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Nu de Costas - Modigliane

Nu de Costas - Modigliane

ela estava quase nua, vestia apenas uma calcinha branca, curtia o calor deitada de bruços na cama, com as pernas abertas, os cabelos longos escorriam pelas costas e a cabeça estava apoiada nos braços. a janela aberta revelava a lua límpida e uma cabeça que insistia em peregrinar pelo beiral, tentando encontrar um melhor ângulo para observar dona Verônica.

seu caso de amor com a vizinha já durava três meses, ela não sabia, ou pelo menos Junior achava que não sabia. o garoto, então com 14 anos, se apaixonou por sua imagem desde que a viu mudar-se para a casa ao lado, chegou sozinha e assim estava até hoje, sua mãe lhe dissera que ela era viúva.

desde então seu esporte preferido deixou de ser jogado com os pés, passa o dia a observar os passeios de dona Verônica pela casa, gosta de observá-la enquanto toma banho, mesmo que esteja limitado a ver somente sua cabeça pelo vidro do banheiro, passa o dia torcendo para que o calor seja forte o suficiente e que a viúva opte por dormir de janela aberta. desejo realizado e ele então não hesita em se esgueirar pelo quintal de sua casa até o da vizinha, separados apenas por uma cerca de madeira, calmamente se apoia na janela e arria o calção do pijama. tão certo quanto a chegada de uma nova manhã é que o gozo há de vir.

o que vem deixando Junior apreensivo é a mudança de comportamento de dona Verônica, abruptamente ela mudou seus hábitos, anda mais insinuante e mais ousada. as camisolas, mesmo que curtas, foram substituídas pela nudez quase que total, o andar calmo e calculado pela rua se transformou em um rebolado digno de passista de escola de samba.

nesse dia tudo transcorria da mesma forma, Junior se transformava em vários observando as pernas e a bunda de dona Verônica, com as mãos insistia no gesto profano, o movimento só foi interrompido quando, de dentro do quarto, sem levantar a cabeça ou mover um só músculo do corpo, a viúva falou: “ei, menino, por que não vem fazer isso aqui de perto, a visão é melhor”. dez minutos. esse foi o tempo que Junior ficou paralisado em frente da janela, de calção arriado, com a expressão de europeu passeando no Brasil, tudo lhe parecia muito exótico.

dona Verônica não havia se movido, dez minutos passados e toda a virilidade de Junior já havia se desfeito na palma da mão. uma brisa fria atingiu o garoto, um desconforto que o tirou da estagnação, levantou o calção e pulou a janela.

em pé ao lado da cama de dona Verônica, Junior ampliava o horizonte de seu desejo, não sabia como agir até que a vizinha lhe ajudou e começou a comandar todas as ações no quarto.
“coloque sua mão nas minhas costas e vá descendo, quero que conheça todo meu corpo”, os pulmões lhe pareciam ser imensos e nunca encontrava ar suficiente para preenchê-los, ficou ofegante, com as mãos suadas começou a desvendar os mistérios gelados da nudez de dona Verônica, recuperara a virilidade.

La Douleur - Picasso

La Douleur - Picasso

não conseguia disfarçar o seu envolvimento e a emoção desproporcional que sentia. fitava dona Verônica, observava cada gesto como que querendo eternizar aquele momento, desejava emoldurar a fotografia de sua nudez para sempre na parede de sua memória. inesperadamente ele sentiu um toque gelado em seu membro, olhou para baixo e flagrou aquela voluptuosa mulher lhe fazendo sexo oral. seu lábio carnudo, sua língua suada e o deslizar de seus dedos eram como ladeiras ensaboadas rumo ao prazer, a intensidade dos carinhos foi se alterando, dona Verônica estava cada vez mais febril, a sucção de sua boca e a contração de seus dedos geravam sussurros, gemidos e grunhidos de prazer emitidos pelo garoto.

a viúva voltou para sua posição anterior, de bruços, abria e fechava as pernas e se deixava ser bolinada pelo garoto sem censurá-lo por nenhum gesto, entre as pernas já lhe escorria o líquido sem brilho do prazer. Junior retirou o calção, se colocou deitado em cima de dona Verônica e sem qualquer controle ou mesmo noção de suas ações lutou em vão tentando encontrar uma forma de lhe penetrar. não conseguia. por cansaço, vergonha e desleixo entregou sua virgindade nas coxas da vizinha.

Junior é José Carlos Garcia Junior. descendente de espanhóis, nascido em Tanabi, no interior de São Paulo, e torcedor da Portuguesa. filho de José Carlos Garcia e de Dona Diódio. mora em São Paulo desde os 5 anos. foi na infância que Junior passou a conviver com uma realidade tão antiga quanto o sexo, a violência.

igor carvalho!

se você quer saber quem é José Carlos Garcia Junior e pra onde essa história vai, acesse dia 29/04 e leia a segunda parte…

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o Vibrador Literário vai dar mais uma festa. esperamos você por lá!

Vladimir Nabokov

Meio dia. Hora do meu almoço. Arroz, feijão, hambúrguer de soja e salada de alface. Como tudo em quinze minutos e desço para o cafofo. O cafofo é um lugar na empresa onde você pode relaxar, jogar vídeo game, assistir TV e ler. Sim, lá também tem uma biblioteca, onde você pode pegar livros emprestados.

Nesse dia resolvi garimpar as publicações, não queria ler nada do universo organizacional, queria achar algo mais quente, onde tivesse pelo menos umas imagens de mulher de biquíni, ou que falasse de sexo de uma forma diferente. Passei pelos livros do Philip Kotler e suas teorias sobre administração e marketing e fui direto para sessão de romance, pelo menos lá eu sei que rola algo mais propício para esse começo de tarde.

E foi lá, bem no cantinho da prateleira onde me deparei com um livro de nome exitante. “Lolita”! Ahhh Lolilta, muitas vezes me peguei pesquisando esse nome em sites pornôs, procurando aquelas atrizes magricelas, de trancinhas, aparelho nos dentes e com uma cara de boba, e aqui na minha empresa me deparo com um livro com o mesmo nome das minhas musas. Só pelo título já sabia que era o livro que estava procurando.

O livro Lolita foi escrito por Vladimir Vladimirovich Nabokov um escritor russo, nascido no dia 22 de abril de 1899. Isso mesmo, 22 de abril. Ótima data para escrever sobre sua obra mais famosa, sendo assim meu presente para esse escritor polêmico.

Capa do livro

O professor Humbert (personagem central desse livro) desde o começo do livro se intitula como um pervertido, que só consegue sentir atração por ninfetas, mas ninfetas verdadeiras, não essas meninas dos meus filmes que tem quase trinta anos mas parecem não envelhecer. O negócio dele erá meninas dos onze aos dezesseis anos, no máximo.

Mas Humbert se apaixona por uma especial, o nome dela é Dolores Haze, a bela filhinha de sua enteada que possui doze anos, essa é apelidada por Lolita.

Por mim ficaria aqui e escreveria cada detalhe desse romance do Nabokov, mas prefiro deixar no ar essa dica de leitura, para que cada um tenha suas próprias sensações ao lê-lo.

Depois de ler o romance, indico que vejam o filme, é bem fácil de achar, nele poderão ver a atriz que fez o papel da Dolores e ver que não é tão difícil de se apaixonar por essa Lolita. Meninas, o Humbert é um velho bonitão também (ele mesmo diz isso no livro), talvez algumas se encantariam por ele, mesmo aos doze anos.

Cena do filme

Depois desse livro entendi de onde vem a mítica relação do homem com as ninfetas e porque “Lolita” se tornou um termo tão buscado no imaginário masculino. Ah… minhas pesquisas pelo pornotube ou outros sites do gênero perderam um pouco a graça, sim só um pouco, pois nunca encontrei uma Lolita igual a de Nabokov nesses sites.

Dolores, Lolita. Obrigado Nabokov, de coração.

Tesão em ler

Nelson Rodrigues, Milo Manara, Bruna Surfistinha, Marta Suplicy e Vibrador Literário.O que todos esses nomes possuem em comum, é um apreço, um gosto, um interesse seja ele acadêmico, prático ou literário, sobre SEXO,erotismo ou a safadeza mesmo.  E todos com exceção do Vibrador Literário têm um espaço especial na Nova “Biblioteca de São Paulo”.

área adulta

Visitei o lugar, que ainda assim como a biblioteca, existe a pouco tempo, inaugurado em fevereiro deste ano, em um espaço restrito, escolha tomada por conta do grande número de crianças que circulam pelo local e que ainda não estão prontas para olhar as ex-BBB’s em fotos mostrando como elas vieram ao mundo, oferecidas pela revista Playboy, publicação que esta para consulta no espaço.

Além da revista de Hugh Hefner, o acervo oferecido pela Biblioteca tem publicações como a revista Trip e Vip que tem um segmento do nu não explícito. A fotografia erótica não conta apenas com o apoio dessas revistas, há também livros sobre o tema que podem ser consultados.

Quem leu o texto do VL sobre Hentai e achou que apenas os japoneses gostam de fetiche em quadrinhos, pode se surpreender e conhecer no acervo algumas das obras da arte seqüencial erótica escrita por artistas europeus como Guido Crepax e Milo Manara, que fazem dos quadrinhos um canal para mostrar a arte sensual.As estantes que ainda estão sendo preenchidas podem te ajudar naquele momento que talvez você precise de algo novo, pois a Biblioteca oferece versões da Bíblia do Sexo, o “Kama Sutra”, que pode ser consultado sem que precise ficar ruborizado de vergonha.E para quem gosta de aprender mais sobre como funciona a nossa cabeça na hora H ou mesmo se informar sobre como prevenir doenças pode ler o material didático que o espaço reserva.

É claro que junto com toda essa diversidade de formatos sobre “rala-e-rola”, é no romance que encontramos uma forma peculiar de expressar e entender a nossa libido. Nas estantes temos um bom número de livros sobre o tema, desde o já citado “Anjo Pornográfico” Nelson Rodrigues  ao “ Velho Safado” Charles Bukowski, e estes compartilham seu espaço com autores como Dalton Trevisan, Gregório de Matos e outros.

Enfim este é um local dedicado para quem quer se excitar de outras maneiras ou saber mais um pouco sobre sexo, portanto não deixe de visitar a Biblioteca de São Paulo e se esbaldar com seus deliciosos livros sensuais. Para saber um pouco mais sobre este local, como funcionou o processo de seleção e porque destinar um espaço para adultos, conversei com o Mario J. Silva, gerente do núcleo de programação e parcerias. Acompanhe:
Vibrador Literário – O que pretende a biblioteca SP com a sessão de livros para Adultos?

Mario J. Silva – Mostrar que temas tabus e muitas vezes apresentados como vulgares são também arte, cultura e muitas vezes boa literatura. A idéia é que as pessoas possam conhecer melhor a si mesmas e seus desejos, que no fundo são o que nos formam, através de livros que tratam do tema.
VL – Na visita ao local percebi que há outros assuntos, além de erotismo, por exemplo, violência, mas nota-se que o conteúdo erótico é maioria, por quê?

MJS – É meramente uma questão de mercado editorial. Na medida em que as editoras nos apresentam seus catálogos nos compramos o que atende a sessão.

VL – Como tem sido a experiência de ter esse acervo erótico na biblioteca, como as visitantes tem reagido há essa sessão?

MJS – Ainda é cedo para uma análise clara, mas notamos que o interesse passa a crescer dia-a-dia. Como ainda é um tema tabu para uma biblioteca, muitos olham ou passam rapidamente pelo local. Mas já há os que retiram livros para empréstimo. No mês de junho o tema da programação da BSP será AIDS. Criarei algumas ações voltadas ao público adulto que falarão abertamente sobre AIDS e sexo hoje. Pretendo assim estimular as pessoas a conhecer melhor este acervo específico da BSP
VL – Como surgiu a idéia de ter essa seção? E como é a seleção dos livros que para essa sessão?

MJS – Surgiu durante o projeto da BSP quando foi colocado o tema sobre qual seria o acervo da BSP. Numa dessas discussões percebeu-se que nenhuma biblioteca pública no Brasil tratava deste tema ou falava com um leitor afinado com ele.

VL – Recomenda algum livro da sessão adulta?

MJS – Recomendo ‘O Livro Negro de André Dahmer’. Absolutamente genial.

Conheça a Biblioteca de São Paulo

BPS geral

Biblioteca de São Paulo

Av. Cruzeiro do Sul, 2630, Santana – ao lado da estação Carandiru do metrô

Horário de funcionamento de terça a sexta das 9 às 21 horas

Sábados, Domingos e Feriados das 9 às 10 horas Telefone – 11 – 2089-0800

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precedendo o ato!

dia internacional do beijo…

"O beijo" Gustave Klimt

"O beijo" Gustav Klimt

ah o beijo! o prelúdio perfeito do ato sexual. o maior flagrante, sem atenuantes, de que há um envolvimento que vai além do carnal. mesmo os prazeres imediatistas, aqueles predestinados pelo acaso, com consequências incalculáveis e imprevisíveis, se explicam no beijo.

“as prostitutas não beijam”, há de dizer o mais apressado. eu lhe pergunto: “mas que verdade, senão a do prazer carnal e imediato há no sexo com uma prostituta?”, mero capricho fetichista. nada contra os fetichismos.

quem pode negar ao corpo os prazeres estimulados por um primeiro beijo? ora, que beije uma boca aquele que nunca se lançou aos impulsos tresloucados gerados por um beijo de uma boca desconhecida por ti até minutos antes. veja se não se mete a entregar a alma e o corpo para uma desconhecida? não nos condene por ultrapassarmos os limites das regras sociais. nós, contraventores da antítese do desejo, sabemos que do mundo pouco conhecemos, mas como é bom ter certeza que o gosto do prazer não nos é tolhido por meras conveniências sociais.

não tente justificar se acaso se entregastes, sem prévias, a uma desconhecida na cama depois de um beijo roubado ou conquistado, será em vão. somente os que viveram essa experiência suculenta, podem atestar sua culpabilidade. a culpa, estimulada pelo desconhecido, acalentada nos dogmas servis e perdoada no gozo perene, faz parte do jogo de sedução impulsionado pelo beijo.

vá ver o que significa desejar uma mulher com todo o ar dos pulmões, oferecer a ela todos os seus pensamentos, idealizar para ela grandes momentos e conseguir conquistar o primeiro beijo dela. é como roubar da tarde um lindo pôr do sol.

igor carvalho!

“O beijo é um segredo que se diz na boca e não no ouvido”
Jean Rostand

No ritmo do sexo

“Sexo! Eu quero sexo! Me dá sexo!” A música do Ultraje a Rigor com certeza não seria a canção ideal pra se criar um clima na hora H (mas de repente por falta de opção quem sabe). Saber ao certo qual música dará um diferencial no ambiente, preparando os dois para uma noite quente e/ou romântica considerando o som ambiente como uma preliminar, quase uma masturbação sonora, é uma difícil missão. O som que tocará entre quatro paredes, pode influenciar e fazer com que a noite seja perfeita e inesquecível, ou fatalmente que um dos dois caia na gargalhada, uma má escolha pode ser tão equivocada quanto uma cuequinha de elefante, por isso uma dica é: saber o que seu parceiro curte fora da cama, usar como referência e acertar em cheio na escolha.

A música sempre fez parte das nossas vidas, e da nossa memória, a marcha nupcial, que logo nos remete ao casamento. Todo casal de novela que se preze tem seu próprio tema, que surge na hora que os dois apaixonados entram em cena. Mas não precisa ser nenhuma estrela da TV para ter também seu próprio “Love Song”.

Então resolvi perguntar á algumas pessoas qual a trilha sonora que lhes embala na hora do sexo, e descobri que tem gosto pra tudo.

Em todas as listas de musicais para a hora do sexo as músicas de Marvin Gaye aparecem, por isso que nesta ele não entra, seguindo a linha do soul Barry White “ faz a cabeça da Camila Santos (20), que namorou um fanático por Barry, suas transas geralmente eram ao som dele, sua música preferida é “Practice What You Preach”.

Mudando agora da água para o vinho a Manuella Lins (25) gosta de ouvir música eletrônica para aqueles casos efêmeros, mas amor acredita que se faz com um sambinha romântico, pensamento que divide com o Diogo L. (22), que perdeu sua virgindade ouvindo Circuladô de Fulô disse que “quando quero fazer amor, tipo com um bom vinho e champanhe, tem que ser uma coisa mais romântica, já no Motel que é sexo, gosto de psy”.

Agora, eu que me lembro de uma música que explica bem como é isso, Rita Lee diria “amor é bossa nova, sexo é carnaval”.

Tem quem considere o eletrônico um gênero bom para todas as ocasiões, Fernando Nascimento (22) é um deles “gosto de eletro, por ser animado (up), e minha última tentativa, que deu muito certo foi com a música “Heater” do Samin. Mas a dança do acasalamento não é só embalada pela música eletrônica, Mônica Alves (32) gosta de rock instrumental, “Starry Night” do Joe Satriani, é a preferida, mas para ela todas que tocarem do Joe é muito válido. Julia Ribeiro(26) indica a banda Sade que embalaria qualquer noite, pois ela canta canções de amor.

Danilo Tichonenko (23) aposta nos clássicos, “Is this Love“, Whitesnake ele disse que gosta porque “ é romântica, porque eu amo a banda, a letra, a melodia e dar uma bem dada com esse som rolando” outras músicas que estão entre as preferidas são “Wonderwall “ do Oasis, “She’s like the Wind” do Patrick Swayze e “True” do Spandau Ballet, ele diz que “um cd com essas músicas é a dica pra render uma ótima noite”. Rafael M. (24), aposta no trip-hop e nas músicas fortes do Portishead, “’Glory Box’, é a música perfeita, mas todo o álbum Dummy tem músicas boas para essa ocasião, pois a intérprete tem uma voz sexy e intensa”.

O Felipe Silva (22) diz não lembrar de um único gênero que faça parte da sua playlist sexual, mas sim o que o marcou foi uma única musica da Vanessa da Mata, “Ainda Bem “, “foi um momento bom da minha vida, com uma pessoa legal”.
Seguindo a linha dos amantes que guardaram na lembrança uma canção favorita, Luana Ritielli (29) diz que não tem trilha sonora específica, mas confidenciou que um fez um strip tease para seu namorado ao som de “Trust Me” do Dee Joy que lhe rendeu uma inesquecível noite de amor.

Existe quem não ligue para o som que esta tocando, César Lima (21) é quem pensa assim, meninas ele está solteiro e um bom partido, o que estiver rolando está bom, “deixo ela escolher o que mais lhe agrada”, e ele não saberia citar uma música que já ritmou suas noites de prazer. Dicas de trilhas são inúmeras, há quem não resista quando aquela música toca na hora certa, mas há quem também não goste de ouvir nada nesse momento, somente o ruído do ambiente e os gemidos do parceiro. Lucas Thiele (24) acha quase um crime uma música que abafe o som do “Ai! Ui!” da sua namorada, “os gemidos me deixam louco e com mais tesão”.

E agora querido leitor queremos saber sobre suas preferências de trilhas e deixaremos vocês com a nossa playlist sexual. Inspire-se com essas dicas musicais, ligue o som e vá gozar o que essa vida tem de melhor.

Playlist!

durante a vida inteira brincamos de rascunhar o destino, acreditando ser possível delinear a forma mais correta de nos encontrarmos com nossos desejos. esquecemos que a vida não pode ser tão previsível, isso é tão inócuo quanto aquele velho pensamento de que absolutamente tudo que ocorre em nossa vida é obra do divino, crer assim nos exime da culpabilidade de nossas ações e nos torna apenas vítimas de nossas ações, quando na verdade somos os agentes responsáveis por essas consequências.

para Vinicius de Moraes “a vida é a arte do encontro”, e esses encontros são absolutamente imprevisíveis! de uma dessas imprevisibilidades da vida nasceu um encontro que foi celebrado na noite de ontem. sem pudor algum festejamos, cantamos, gritamos, pulamos, nos abraçamos e nos comovemos com os ideais que traçamos, nos emocionamos com as brincadeiras de rascunhar o destino, nem lembramos que até um mês atrás não éramos cinco e tão pouco havia um projeto de Blog.

agora tudo isso existe, agora somos cinco, agora temos mais um rascunho, mais ainda, temos pessoas que acreditam que esse rascunho tem alguma ridícula possibilidade de se tornar uma bela realidade. com o espírito  inundado de alegria pela noite de ontem, queremos agradecer cada um que esteve lá presente levando seu sorriso, seu beijo e seu abraço, foi absolutamente significativo, emocionante e será perene em nossos corações a dedicação e os votos de cada um.

Clique aqui para ver as fotos da festa.

mais uma vez o nosso muito obrigado pela presença, até logo!
nos vemos logo ali… em breve sussurraremos em seu ouvidinho besteiras que vão lhe fazer sair de casa para festejar, cantar, gritar, pular e se abraçar conosco.

um beijo a todos!